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Olivier Rousteing trouxe looks da alta burguesia para todos os tons de pele e origem em sua coleção de Outono 2020 da Balmain.

A origem do estilista da Balmain, que foi adotado por pais franceses, é tema do documentário Wonder Boy.

“Aprendi desde cedo que certas classes, clubes e panelinhas eram fechadas para alguém que se parecia comigo”, ele escreveu em um comunicado, “e passei inúmeras horas sonhando e planejando como eu poderia atravessar, abrir portas e ser aceito”, lembra Olivier Rousteing sobre sua infância em Bordeaux.

Ele se referia ao guarda-roupa da classe média alta de alfaiataria com ombros largos, calças equestres, botas over the knee e lenços.

Havia 50 tons de bege, ponchos, conjuntos de seda e roupas de couro luxuosas no Outono 2020 da Balmain.

“Essa coleção adapta esses símbolos de exclusão da classe alta e muda-os para focar em um mundo mais amplo e não mais fechado”, observou Rousteing.

Destaque para os casacos de seis botões, estilo clássico da Balmain.

Os ombros eram pesados, havia bordados de cristais e miçangas.

Eu amei os blazers de grandes dimensões com colarinhos de seda que se estendiam, as peças com estampa de lenço e os botões quadrados presentes em alguns dos casacos.

Chamaram a atenção os dois looks de ombros largos totalmente em PVC.

Para à noite, vestidos estilo deusa com capuz em tons terrosos usados com cintos de couro e botas de montaria.

“Hoje, sabendo que sou meio etíope, meio somali e 100% francês, percebo que minha busca por respostas sobre meu passado ajudou a deixar claro para mim o quanto estou feliz por viver neste presente, nesta Paris de novas possibilidades, menos fronteiras e mais inclusão ”, concluiu.

Confira a seleção de looks:

 

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