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A ideia do diretor criativo da Gucci, Alessandro Michele, é sobre como as pessoas constroem suas identidades atualmente, uma população que passa por auto regeneração através da tecnologia, Hollywood, Instagram e Gucci.

“Cyborg”, a inspiração de Michele para esse desfile, referência tirada da leitura do “Manifesto Cyborg: Ciência, Tecnologia e Socialismo-Feminismo, do final do século XX”, escrito por Donna Haraway’s.

Modelos segurando réplicas das próprias cabeças, um dragão bebê, uma cobra coral e um camaleão. Para conseguir isso, foi feito um trabalho em conjunto com a Makinarium, uma empresa de Roma que fabrica efeitos personalizados e especiais. Alguns, tinham seus rostos cobertos por tecidos de malha, sugerindo um estado pós-operatório.

O diretor criativo quis evidenciar a quebra dos gêneros feminino e masculino, que já acontece em suas coleções. “Agora temos que decidir o que queremos ser”, disse.

Lenços de babushka russos e vestidos com estampas folclóricas cobertos com joias dos anos 20; pijama chinês, tweed inglesa e xadrez escocesa. Jaqueta de peplum de couro dourado.

Além dos logos da Gucci, que estavam em todos os lugares, havia, também, os logos das marcas Sega, Liga de Baseball, Paramount e Russ Meyer.

A maioria das tendências para 2018 estavam no desfile. Chamamos a atenção para os mix de estampas incríveis, sapatos com meias, pochetes usadas como mochilas e o xadrez.

Confira:

 

Fonte: Vogue Runway.

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Bacharela em Direito e apaixonada por moda. Criadora do Passarelando. Escrevo sobre moda, história e arte, além de tendências, dicas, looks de Tapete Vermelho, inspirações para looks do dia e o melhor das Semanas de Moda Nacionais e Internacionais.