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Nicolas Ghesquière se inspirou na Bella Époque para criar a coleção de Primavera 2020 da Louis Vuitton

O estilista Nicolas Ghesquière sempre nos transporta para tempos diferentes com suas coleções da Louis Vuitton. Para esta temporada, ele nos levou para a Belle Époque em Paris. “É uma parte da história francesa que é muito interessante em arte e culturalmente em termos de emancipação das mulheres e, é claro, na literatura com Proust”, disse. “Queríamos explorar noções sobre o que está desatualizado e antiquado, e nostalgia por um tempo em que só podemos sonhar”, completou. 

A madeira da passarela é proveniente de florestas de pinheiros manejadas de forma sustentável na região francesa de Landes e a Louis Vuitton afirmou que será doada para a reutilização como parte de uma parceria com a ArtStock, uma empresa que recupera e recicla adereços, cenários e equipamentos de palco. 

Já numa parede com uma tela do chão ao teto, era exibida uma versão para a Louis Vuitton do videoclipe de “It’s Okay To Cry”, da artista britânica Sophie.  

Da Bella Époque vieram as gravuras em Art Nouveau, bem como as mangas tipo balão. Ghesquière disse que teria se inspirado nos vitrais da casa da família Vuitton no subúrbio de Paris. Flores e gavinhas em espiral de vidro nas janelas, pintadas à mão por Paul-Louis Janin na virada do século XX, apareceram aqui em mini-vestidos pintados e em casacos retrô. 

Os anos 60 e 70 estariam nas minissaias e calças de cintura alta, além das cores alegres. Havia golas redondas estilo Peter Pan e botões gráficos dos anos 70 em mocassins de salto. 

Os corsages vieram aninhados em jaquetas cortadas, em coletes de malha com lantejoulas, em minivestidos brilhantes e casacos elegantes. 

O acessório It da temporada seria a bolsa em formato de VHS dos anos 80, com fita de enrolar de couro impressa com o monograma da Louis Vuitton. O acessório logo abriu o desfile e depois vieram bolsas tipo sacola com monograma e pilhas de fitas antigas. 

Confira a seleção de looks: